O professor de relações do trabalho da FEA-USP, José Pastore, afirmou que o aumento dos custos trabalhistas pode levar empresas a substituir funcionários por profissionais com salários menores, ampliar a automação ou repassar despesas aos preços de bens e serviços.
Segundo ele, essas medidas podem provocar rotatividade, desemprego e aumento do custo de vida.
Pastore avaliou que os trabalhadores mais vulneráveis, especialmente os que recebem de um a três salários mínimos, serão os mais prejudicados pela alta dos preços.
Para o professor, a mudança no regime de trabalho pode gerar custos elevados para essa parcela da população.
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