Se não fosse filho do presidente da República, Lulinha ainda seria monitor do zoológico de São Paulo e continuaria sem saber se Espanha é um país ou uma cidade argentina. Como nestes tristes trópicos até analfabeto funcional vira chefe de governo (e de quadrilha), o Ronaldinho dos computadores está em Madri, desfrutando da vida mansa financiada involuntariamente pelas vítimas da ladroagem no INSS
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