O Jornal Nacional levou um drible constrangedor do secretário de Estado americano, Antony Blinken.
A Globo mobilizou a jornalista Raquel Krahenbühl, para que, em entrevista exclusiva, Blinken atacasse Lula, dentro do Brasil.
Claro que a pergunta era sobre a fala do presidente contra o governo fascista de Israel e o genocídio em Gaza.
O americano disse que Lula expressou preocupação com o drama das mortes dos palestinos e que é assim mesmo, que aliados podem ter posições discordantes. E que Lula não fez comparações com o Holocausto.
A entrevistadora começou dizendo ao secretário que ele é descendente de judeus, como provocação.
Mas Blinken saltou fora da arapuca amadora e deixou a Globo dependurada no pincel de Netanyahu.
Ficou chato para a talentosa Raquel Krahenbühl, que é correspondente em Washington e formulou uma pergunta feita para produzir um ataque a Lula.
Ficou pior ainda porque a jornalista tentou explorar a ascendência judaica do entrevistado, recorrendo a um truque usado por profissionais dos pântanos do jornalismo.
(A íntegra da pergunta e da reposta está no blogdomoisesmendes)
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