Falar da Marielle é falar de uma ausência que dói todos os dias. Eu senti raiva, muita raiva. Raiva da violência que tirou minha irmã de mim, da injustiça e de tudo que tentaram nos fazer engolir.
E a violência continua. Ela muda de forma, atravessa nossas vidas, tenta nos intimidar e nos silenciar. Mas a minha raiva também virou força, luta e coragem. Por Marielle, sigo falando, sigo lutando e sigo acreditando que a nossa voz é maior que qualquer tentativa de nos calar. 🌻
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