A história do Cleuber me atravessou de um jeito muito especial. Aos 8 anos, mesmo sem ter tido a oportunidade de conhecer o pai, ele fala dele com um amor tão puro, tão inteiro, que é impossível não se emocionar. Um amor construído pelas histórias que ouviu, pelo que carrega dentro de si e por um vínculo que não precisou da convivência para existir.
E talvez essa história também seja um lembrete sobre o tempo e sobre a importância da presença. Se você tem seu pai por perto, aproveite. Abrace, converse, diga que ama, crie memórias. E se a vida colocou no seu caminho alguém que escolheu cuidar, acolher e ocupar esse lugar, celebre também.
Neste Dia dos Pais, que a gente possa reconhecer todas as formas de paternidade e, principalmente, não deixar para depois o amor que pode ser vivido hoje. 🤍
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