Ana Prestes

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Ana Prestes

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@anaprestes

Cientista política. Historiadora. Escritora. Analista internacional. Veja, leia e ouça em: @operamundi @revistaforum @graboisorg

Brasilinstagram.com/anaprestesdfIngressou em maio de 2026
4/5 Em nenhum momento, essa mesma imprensa, se presta à honestidade intelectual de dizer que foi a Guiana que tomou a atitude unilateral de solicitar à CIJ a validação do laudo de 1899, com advogados financiados pela Exxon e acaba de assinar nova parceria militar com os EUA +
3/5 Mesmo assim, toda a imprensa corporativa aborda o tema empurrando a audiência para acreditar que, com base no referendo, "a Venezuela vai invadir, anexar, fazer guerra com a Guiana"... quando é justamente o contrário que se aprovou na consulta popular +
2/5 contrapor o laudo arbitral de Paris de 1899, comprovadamente fraudulento e combinado entre EUA e Grã Bretanha para retirar território da Venezuela. No referido acordo (1966) não há previsão de solução da controvérsia que não seja por meios dialogados e pacíficos +
1/5 Sobre o referendo consultivo da Venezuela, em nenhuma das 5 questões, apresentadas para o voto popular, foi apresentada a hipótese do anúncio de uma declaração de guerra ou invasão da Guiana. Pelo contrário, foi perguntado sobre a validade do Acordo de Genebra de 1966 para +
Amanhã, 3 de dezembro, venezuelanas (os) vão às urnas para responder 5 questões em um referendo consultivo que pode chancelar ou não a conduta do Governo Maduro em relação à disputa territorial com a Guiana pelo Essequibo. Seguem as questões e uma breve análise em forma de fio🧵
Governo da Bolívia anunciou rompimento diplomático com Israel. Colômbia e Chile chamaram seus Embaixadores para consultas. América do Sul se apresenta contra o genocida Estado de Israel.
Desde antes da posse para seu terceiro mandato, o Presidente Lula deixou evidente sua preocupação com o sistema de governança global e a necessidade de uma urgente reforma. Tomei trechos de apenas quatro momentos em que ele aborda o tema em seus pronunciamentos internacionais.
Brasil no Conselho de Segurança da ONU: Não adiantou abrandar o texto da resolução. Isentar Israel e destacar ações do Hamas. Se abster na votação da resolução russa. O veto dos EUA veio como esperado. O Brasil precisa subir o tom com relação ao genocida Estado de Israel.
A imprensa corporativa trata o fim do "prazo dado por Israel" para início do morticínio em Gaza como se torcesse pelo início dos bombardeios e ataques terrestres. E os especialistas ouvidos seguem o coro: "agora vai começar, estão posicionados, vão ter sucesso na ação..." Insano
A Palestina na verdade contra-ataca. As potências ocidentais empurraram a questão Palestina para uma situação estacionária, um platô nas negociações, um imobilismo criminoso por parte de quem poderia interceder. Atuam para consumar a inviabilidade territorial para os palestinos.
Globo News continua com ataque frontal a Pochmann. Usam as palavras <desastre> e <tragédia> para qualificar a escolha do Presidente Lula para o IBGE. Dão como certo que virão <erros>, <escorregões> e <manipulação de dados>. É impressionante o temor q…
O grupo Wagner não tem potencial para impor uma derrota militar a Putin, mas enorme potencial para criar fatos que justifiquem ações coordenadas do ocidente para isolar + o governo russo e um bombardeio midiático como já estamos vendo. Era o turning point que o ocidente queria.
Essa matéria do FT diz claramente qual foi a agenda do Zelensky em Hiroshima... aliás, um desrespeito às vítimas japonesas, diga-se de passagem.
ao Japão fazer cena de que queria ganhar Lula e Modi (e fez isso mesmo em uma das sessões), mas no fundo seu encontro fundamental era com Biden e os europeus, para fechar mais envios de armas. Por que Z. daria agenda e mídia para Lula que claramente propõe o diálogo e a paz? ++
É curiosa a forma como a imprensa brasileira está tratando desde cedo neste domingo o "não encontro de Lula com Zelensky". A linha adotada é a de que seria o primeiro sinal de desprestígio internacional do presidente brasileiro. Quando na verdade só revela que o ucraniano foi ++
Com uma abstenção, o Brasil se colocaria ao lado dos países dos Brics, como China, Índia e África do Sul. E ainda ficaria melhor posicionado para uma mediação das negociações. Achei errado Brasil votar nessa resolução-armadilha puxada por EUA e UE. (Votação Resolução Ucrânia).
Na Argentina, as "pessoas com a capacidade de gestar" são protegidas pela lei que regula o acesso ao aborto e à atenção pós aborto. Isso é um avanço. Isso é inclusivo. Não tem nada a ver com limitação ou usurpação da ideia do que é ser mulher. (dialogando com a polêmica do dia)
Amanhecemos com a triste notícia da morte de Jô Soares. Em 1989, Jô fez uma bela entrevista com meu avô, Luiz Carlos Prestes, então com 91 anos. Anos depois, num Roda Viva, ele lembrou desta entrevista como uma das que mais o emocionou.Meus sentimentos aos familiares e amigos.
Combater o racismo é tarefa de todas nós. Toda solidariedade ao casal Gio Ewbank e Bruno Gagliasso. Um afetuoso abraço ao Bless e a Titi. Seguimos atentas e fortes, aliadas da luta antirracista ❤️✊🏽 ✊🏾✊🏿
A reunião de Bolsonaro com Embaixadores para atacar nosso sistema eleitoral é um escárnio. Ele quer uma carta branca de outros países para promover um golpe! Trata-se de um ato de absoluta traição nacional.
O crime de ódio que vitimou Marcelo em Foz, pelas mãos de um bolsonarista, é mais um capítulo absurdo, revoltante e indignante do Brasil de Bolsonaro!
#Dia8 - 20 jun - neste dia, uma marcha gigantesca de indígenas vindos de todo o país chega a Quito. Estudantes derrubam as grades da Universidade Central do Equador para que as e os integrantes da marcha pudessem se abrigar.
#Dia7 - 19 jun - após uma semana de mobilizações, movimentos sociais, populares, artistas e diversas organizações convocam uma vigília na Sede Nacional da Casa das Culturas para resistir às investidas violentas do governo contra manifestantes e as instalações das organizações.
#Dia5 - 17 jun - os atos se intensificam principalmente na área central de Quito. Fechamento de estradas prossegue. O chamado de Lasso para o diálogo do dia anterior é recebido pela CONAIE com desconfiança. ONU se pronuncia pelo diálogo.
No dia 14 de junho, o presidente da CONAIE @LeonidasIzaSal1 é preso de forma ilegal por grupos de elite da Polícia e das Forças Armadas do país. Sua prisão faz com que as manifestações fiquem ainda mais radicalizadas e se transformem também em uma luta por sua liberdade.
10. Seguridade, proteção e geração de políticas públicas efetivas para frear a onda de violência, milícias, delinquência, narcotráfico, sequestro e crime organizado que mantém o Equador desestabilizado.
9. Saúde e educação. Investimento urgente frente ao desabastecimento dos hospitais por falta de medicamentos e pessoal. Garantia do acesso da juventude à educação superior e melhora da infraestrutura das escolas, colégios e universidades.
8. Políticas de controle de preços e da especulação no mercado de produtos de primeira necessidade que fazem os intermediários e abuso dos preços nos produtos industrializados nas cadeias de supermercados.
7. Fim da privatização dos setores estratégicos, patrimônio dos equatorianos: Banco do Pacífico, hidroelétricas, IESS, Corporação Nacional de Telecomunicações, estradas, saúde, entre outras.
6. Respeito aos 21 direitos coletivos: educação integral bilíngue, justiça indígena, consulta prévia, livre e informada, organização e autodeterminação de povos indígenas.
5. Moratória para a ampliação da fronteira extrativa mineira/petroleira, auditoria e reparação integral pelos impactos socioambientais. Para a proteção dos territórios, fontes da água e ecossistemas frágeis. Revogação dos decretos 95 e 151.
4. Emprego e direitos laborais. Políticas de investimento público para frear a precarização laboral e assegurar a sustentabilidade da economia popular. Exigir o pagamento das dívidas do Instituto de Seguridade Social (IESS).
2. Alívio econômico para mais de quatro milhões de famílias com a moratória de no mínimo um ano e renegociação das dívidas com a redução dos juros do sistema financeiro (bancos públicos, privados e cooperativas). Não ao confisco de bens como casas e veículos por dívidas ñ pagas
3. Preços justos para os produtos do campo: leite, arroz, banana, cebolas, batatas, milho, tomate e mais; fim das cobranças de taxas pelas flores. Para que milhões de pequenos camponeses e produtores médios possam ter garantia de sustento e continuem produzindo.
1. Redução e fim da subida dos preços dos combustíveis. Congelamento do diesel a $ 1,50 e a gasolina extra e ecopaís a $ 2,10. Revogação dos decretos 1158, 1183, 1054 e atenção aos setores que precisam de subsídio: agricultores, camponeses, transportadores, pescadores e outros.
Enquanto os estudantes equatorianos marcham, os produtores de banana convocam uma paralização para o dia 13 de junho. Denunciam que o setor perdeu 19 milhões de dólares e mais de 60 mil postos de trabalho no último período na pior crise do setor.