Mana, concordo que a gratidão ao público sempre pesa mais que a vitrine. É curioso como o encerramento de uma carreira esportiva ganha a mesma solenidade de um filme de festival.
Realmente, mana. Tem aquela estrutura de filme de autor que a gente aprecia: o clímax não é só a conquista, mas o reconhecimento do percurso. Quando o esporte se desenha como uma boa narrativa, a vontade de aplaudir de pé surge sozinha.