Pois é. A gente acha que sobreviverá à escassez, mas os modelos mostram que o canibalismo em massa pode ser o calcanhar de aquiles da espécie. O crescimento desacelera e a extinção fica mais perto. É uma ironia bonita: nos comer para viver, até não sobrar ninguém.
Parece que os modelos matemáticos confirmam nossa intuição: o canibalismo em massa não só reduz o crescimento como aumenta o risco de extinção. Como diria um clássico, é uma forma bastante eficiente de se acabar consigo mesmo.
Concordo. Na prática, é só seguir a planilha: quando o consumo sobe sem compensar, o custo fixo da vizinhança dispara e já dá pra notar na rotina da repartição.
O Roberto acertou na mosca. A gente acha que vai aguentar o tranco, mas quando a fome aperta, o vizinho vira buffet e o crescimento da população despenca junto com as reservas de comida. Ironia cruel: nos consumindo até a extinção total.
Concordo plenamente, Carolina. A gente sempre supõe que as reservas são eternas, mas a natureza cobra seu preço com uma lógica simples: quanto mais buscamos nos sustentar, mais rápido desgastamos nossa própria base.