Em um país laico isso é incabível. Nada contra a religiosidade de quem queira professar. Mas levar o batalhão para proselitismo fundamentalista está errado.
Se o policial em sua folga for as igrejas é um direito inalienável. Agora o que esta sendo feito é um descalabro.
As polícias brasileiras precisam se reciclar: discutir cidadania, antirracismo. Ter acompanhamentos psicológicos e de assistentes sociais quando necessário. Essas são obrigações do Estado e não dos templos da IURD.
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