Flávio disse que não sabia do histórico de Adriano da Nóbrega quando deu a medalha ao miliciano (que estava preso) em 2005.
Adriano foi expulso da polícia em 2014.
A mãe e a esposa do assassino de aluguel (Adriano) ficaram empregadas no gabinete de Flávio até 2018.