Na reta final da disputa presidencial, a sucessão de revelações envolvendo de festas com lobistas da vacina na pandemia até a proximidade com o crime organizado do Rio posiciona Flávio Bolsonaro no centro de um projeto que une corrupção empresarial e golpismo.
“O Brasil corre o risco de trocar um estadista, respeitado no mundo inteiro, por um representante das milícias e um herdeiro do golpismo. As conexões de Flávio com o submundo do crime são fortes demais para não termos a convicção de que o Planalto se tornará um puxadinho das máfias que o patrocinam”, escreve João Filho.
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