O Brasil era fiador, junto com os EUA, do Acordo de Barbados - que exigia eleições limpas e a volta da democracia na Venezuela. Agora, com a participação ativa de Celso Amorim em Caracas, o Brasil está diretamente envolvido e se torna responsável pelos acontecimentos. Por isso, chamarei Amorim, assessor especial da Presidência - que ainda nada disse aos brasileiros, apesar de já ter se reunido longamente com o ditador Nicolás Maduro -, para prestar esclarecimentos à Comissão de Relações Exteriores do @SenadoFederal.
Também convidarei a embaixadora do Brasil na Venezuela, Gilvânia Maria de Oliveira.
A diplomacia brasileira, que não fala em indício de fraudes, sequer se solidarizou com os colegas de sete países latinos, inclusive parceiros do Mercosul, expulsos ontem por Maduro.
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