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Estamos Em Queda Livre A maioria dos brasileiros não percebe mas estamos em queda livre e todos estão calmos e esperando. Não somos um avião mas a lógica é a mesma: uma aeronave cai quando problemas surgem mais rápido do que os pilotos conseguem resolver. No nosso caso, o comando está nas mãos de um Torneiro Mecânico e um vice Anestesista sem nenhum conhecimento de administração de crises. Achamos que um Presidente precisa ser um político e não um exímio executivo, apesar de preencher o cargo mais elevado do executivo. Dá provar essa tese semanticamente, nem lógica precisa. O Brasil está parado há 40 anos justamente porque gasta tempo demais corrigindo seus inúmeros erros e quase nenhum tempo planejando o futuro. De todo o nosso “tempo útil”, 80% é gasto consertando trapalhadas; apenas 20% é investido em crescimento real. Não é à toa que se repete a frase: “O Brasil não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade”. Hoje, estamos 100% dedicados a apagar incêndios: déficit, STF, juros elevados, tarifaço do Trump. E, como se não bastasse, nosso presidente e nosso STF ainda resolvem bater de frente com nosso maior parceiro comercial vizinho e justamente o único capaz de nos ajudar a atravessar a crise financeira que se aproxima. Enquanto isso, a população permanece anestesiada. Poucos reparam, por exemplo, a recondução de Paulo Skaf para seu quinto mandato na FIESP, símbolo perfeito de uma geração Boomer que se recusa a passar o bastão para a Geração X e os Millennials. a FIESP não tem uma ala que quer renovação, quer manter status quo segue firme… mesmo que o avião esteja em queda. Haddad garante que, mexendo apenas uma variável, aumentar impostos via crescimento do PIB, resolveremos tudo. Nosso Torneiro Mecânico e seu vice, que burros não são, acham plausível. Mas nenhum dos dois tem preparo para enxergar que a proposta é inviável. Países que prosperam dedicam 100% do tempo ao futuro , não a remendar o passado. Criar novos problemas diplomáticos, insistir em prender Bolsonaro que já está impedido, em vez de voltar atrás é estratégia e não submissão. Economicamente. Moralmente. Institucionalmente. Culturalmente. Apertem os cintos.

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