O Estrago Feminista
Uma mulher que tivesse mais de dois parceiros sexuais antes do casamento mantinha essa história em segredo a sete chaves, senão nenhum homem casaria com ela.
Hoje, esse número aumentou para 20 parceiros sexuais antes do casamento — ou mais —, número a partir do qual futuros pretendentes já começam a achar excessivo.
O que aconteceu com as feministas e quais são as consequências desse novo padrão sexual das novas gerações?
Para as gerações antigas, o Enovid, a pílula, foi introduzido somente em 1960.
Por isso, a maioria das mulheres transava apenas com homens muito bem pré-selecionados, porque poderiam eventualmente engravidar — normalmente o noivo, e olhe lá.
As mulheres de antigamente eram muito mais exigentes e seletivas em relação aos seus parceiros.
Tinham sexo somente com homens que admiravam, competentes para sustentar uma família e apaixonados o suficiente para não abandoná-las no dia seguinte.
Foi essa seleção criteriosa das mulheres, ao longo de milhões de anos, que gerou homens cada vez mais fortes, inteligentes, responsáveis, éticos, trabalhadores, sociais, guerreiros, pais e outros atributos benéficos à humanidade.
Todo esse fenômeno é descrito em detalhes por Charles Darwin no livro mais importante dele, “Seleção Sexual” — do qual possuo três primeiras edições —, e não em “Seleção Natural”, pelo qual ele é mais famoso.
Homens, infelizmente, não são tão seletivos.
Pouco contribuíram para o aprimoramento da espécie, dominados pelos hormônios que são.
Com a chegada da pílula em 1960, as mulheres deixaram de ter medo de engravidar e pararam de ser criteriosas com seus futuros parceiros, exatamente como os homens.
E foi assim que começaram a reduzir a qualidade dos homens das gerações X, Millennials e Z, passando a aceitar qualquer um que fosse bonito e cheiroso.
Os homens, percebendo como era fácil, pararam de se esforçar, de aprender poesia, de ter ambição, de estudar, de buscar mérito em algo especial e até de fazer a barba todos os dias.
As feministas passaram a escolher aqueles que cabulavam aulas, que iam para o centro acadêmico fazer política, que não estudavam, os mais tatuados, os que consumiam drogas e os vagabundos.
A nova geração de homens percebeu que não precisava mais brilhar nos esportes ou nos estudos.
Não precisavam estudar para arrumar um emprego.
Não precisavam mais se vestir bem para atrair.
Não precisavam mais ter vocabulário para seduzir.
Não precisavam ter sonhos, ambição, carreira ou um futuro promissor.
Com as mulheres feministas dando para todo mundo, os homens se tornaram cada vez menos inteligentes, sem ambição e sem garra, o que marca o início do fim da meritocracia.
Tanto que muitas dessas feministas já tiveram homens bem melhores do que seus maridos, e se lembram disso, daí a frustração com o casamento.
Deixaram o melhor escapar, dando para todo mundo.
Por isso, as mulheres feministas de hoje acham que os homens são frouxos, covardes, vazios, burros e machistas. Foram elas que os moldaram assim.
Foram elas as culpadas.
Elas hoje nem sabem mais escolher o homem certo. Essa habilidade feminina desapareceu.
Desde 1960, temos cada vez mais homens e políticos medíocres, homens que só pensam em sexo e gratificação imediata, que não acreditam em competição masculina, asseio corporal, fazer a barba todo dia ou tomar banho antes de transar.
Por isso temos o fim da meritocracia, da diplomacia, da elegância, da inteligência, do senso de humor e da civilidade que caracterizavam a civilização ocidental.
Parabéns, feministas. A revolução sexual, que tanto prezam, destruiu a qualidade mais importante que vocês mulheres possuíam: a da melhoria constante da espécie humana, que era a função de vocês.
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