O Brasil Nada Entende De “Soft Power”
O cientista político Joseph Nye, de Harvard, criou em 1990 o conceito de “Soft Power” para relações internacionais.
O mundo político pensava na época mais em “Military Power”, ou “Economic Power”, que o Brasil está longe de ter.
Não exportamos nada mais do que minério e matérias primas, nossa Marinha é obsoleta nos defenderá de nada.
O Itamaraty, diante disso, decidiu exercer “No Power”.
Sempre se mantendo neutro, não aparecendo com destaque, mantendo sempre um “low profile”, de bastidor, esqueçam que nós existimos.
E é o que o mundo está fazendo, basicamente nos ignoram, “não é um país sério”.
Antigamente o Brasil exercia “Soft Power” no mundo inteiro com a Bossa Nova, com a figura do Pelé, Zé Carioca, Carmen Miranda e as Agências da Varig que funcionavam como nossas verdadeiras embaixadas.
Hoje não fazemos quase nada.
Recusamos na época a ter a ala Brasil na Disney e Epcot Center.
Não temos adidos comerciais atuantes.
Escolhemos justamente a Dilma para liderar o Brics, substituindo o craque Marcos Troyjo.
E agora criamos celeuma internacional investigando criminalmente o guru de gerações Elon Musk.
Que poderia ter passado batido se não fossem nossos “jornalistas brasileiros” que o chamaram de play boy, bilionário, cheirador, usuário de antidepressivos, jogando merda para todos os cantos.
Para que? Para dar uma lição ao homem mais criativo e altruísta do mundo?
Só que mexeu com Elon Musk mexeu comigo.
Milei foi bem esperto e rápido em exercer Soft Power argentino.
Oferendo a transferência da X brasileira para Argentina, como a Starlink, a Tesla, a Inteligência Artificial, a NeuroLink, e todos os futuros projetos dele.
O Itamaraty ou a Janja deveriam rapidamente emitir um pedido de desculpas, e uma reprimenda a todos os envolvidos que não estão nem aí com a nossa imagem de país fraterno e criativo.
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