Retrocesso na Educação
Lula revogou o Plano Nacional de Alfabetização do governo anterior.
Baseado nos estudos científicos de Neuroeducação, o então Ministro da Educação criou um novo modelo educacional focado em literacia, e não mais apenas em alfabetização.
Se você nunca ouviu a palavra "literacia", isso mostra o quão atrasados estamos em conhecimento público sobre a educação que queremos.
Até hoje a alfabetização é focada em ler e escrever.
No final de anos de aula, nossos filhos e filhas saberiam ler umas 500 palavras e escrever 200.
Era o Método Paulo Freire.
De fato, com esse método, trabalhadores e crianças eram alfabetizados rapidamente, mas com pouco conhecimento do significado das palavras lidas e escritas.
Ou seja, continuariam a ser ignorantes literais.
Mas hoje essa prioridade é questionada.
Por que colocar "ler" em primeiro lugar quando você nem sabe o que as palavras que seus pais dizem significam?
Para que ensinar a ler "tropical", "entropia", "curiosidade" se a criança ainda não sabe o significado da maioria das palavras usadas pelos próprios pais?
Para que ensinar crianças a escreverem textos simples que ninguém vai elogiar e ler, por ainda não terem conteúdo?
O Modelo de Literacia coloca o ensino do significado das palavras, centenas de palavras, em primeiro lugar.
Aos 10 anos, uma criança brasileira saberia o significado de 10.000 palavras diferentes e estaria usando-as verbalmente no dia a dia, mesmo não sabendo escrevê-las.
Hoje, sabemos que adultos leem somente as 4 primeiras letras e, como o ChatGPT, "adivinham" o resto da palavra inteira.
Ter um amplo vocabulário é muito mais importante do que ler a palavra inteira.
Sabemos que crianças que aprenderam 10.000 palavras desenvolvem mais neurônios e sinapses.
E que crianças que sabem ler e escrever somente 200 palavras inteiras, pelo Sistema Paulo Freire, perdem neurônios e sinapses.
Por isso somos um dos poucos países do mundo com redução de QI.
Portanto, você prefere:
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