ADQUIRA AGORA POR APENAS R$245 O CURSO DE ASTRONOMIA BIG BANG E UM EBOOK COM QUASE 400 PÁGINAS SOBRE O NOVO TELESCÓPIO ESPACIAL DA NASA O NANCY GRACE ROMAN!!! É SÓ ATÉ ÀS 23:59 DE HOJE!!! lp.academyspace.com.br/bigbang/ E se uma das pedras mais resistentes da Terra pudesse derreter em apenas um bilionésimo de segundo? Em um experimento realizado com lasers de alta energia, pesquisadores comprimiram uma amostra microscópica de diamante a pressões superiores às encontradas no centro da Terra. O resultado ajuda a resolver um mistério científico de aproximadamente 20 anos: por que experimentos e simulações baseadas em mecânica quântica discordavam sobre a temperatura de fusão do diamante? A diferença chegava a cerca de 20%, o equivalente a mais de 1.000 kelvins nas condições estudadas. Neste vídeo, você vai entender como a equipe utilizou a Omega Laser Facility, no Laboratório de Energética a Laser da Universidade de Rochester, para criar uma onda de choque que atravessou o diamante. O estudo publicado na revista Nature Physics indica que a estrutura do diamante persiste até aproximadamente 1 terapascal. A fusão ocorre perto de 7.300 kelvins, com uma leve redução da temperatura de fusão à medida que a pressão aumenta. No caminho de compressão analisado, o carbono não precisou passar pela fase cristalina intermediária BC8 antes de se tornar líquido. Mas o que isso tem a ver com Urano e Netuno? Os chamados gigantes de gelo possuem interiores inacessíveis a sondas e instrumentos diretos. Por isso, os cientistas dependem de experimentos e simulações para entender o que acontece sob suas atmosferas azuladas. Em determinadas condições, moléculas ricas em hidrogênio, carbono, oxigênio e nitrogênio podem se separar. O carbono pode formar cristais de diamante que afundam lentamente através das camadas internas — um fenômeno conhecido como “chuva de diamantes”. É importante destacar que a chuva de diamantes não foi observada diretamente dentro de Urano ou Netuno. Trata-se de uma previsão baseada em modelos físicos, simulações e experimentos que reproduzem parcialmente as condições desses planetas. Ainda assim, medir o comportamento do diamante sob pressão extrema ajuda a calibrar os modelos de formação, evolução, transporte de calor e estrutura interna dos gigantes de gelo. A descoberta também pode influenciar a pesquisa em fusão nuclear por confinamento inercial. No National Ignition Facility, cápsulas esféricas de diamante envolvem o combustível que será comprimido por lasers. Se a cápsula derreter uniformemente durante o choque inicial, a implosão pode apresentar menos imperfeições. As projeções indicam que um choque inicial ligeiramente mais lento poderia aumentar a compressibilidade do combustível e permitir até três vezes mais ganho de energia, caso outras perdas sejam controladas. Isso não significa que uma usina de fusão esteja pronta. O chamado “engineering breakeven”, necessário para uma fonte prática de eletricidade, ainda está distante. A importância do resultado está em conectar três áreas: física dos materiais, ciência planetária e busca por energia de fusão. Descubra por que compreender mundos distantes exige recriar condições extremas em um laboratório terrestre. Inscreva-se, deixe o gostei e compartilhe. Nos comentários: você escolheria observar a chuva de diamantes, o interior de Netuno ou uma reação de fusão nuclear? Fontes Nature Physics: t.co/xNXZb1H2Qs LLNL: www.llnl.gov/article/54801/melting-diamond... Universe Today: www.universetoday.com/articles/scientists-... Berkeley News: news.berkeley.edu/2024/11/25/a-clue-to-wha... SLAC: www6.slac.stanford.edu/news/2017-08-21-sci... #Astronomia #Urano #Netuno #ChuvaDeDiamantes #Diamante #Física #Ciência #FusãoNuclear #Planetas #SistemaSolar #NaturePhysics #Laser #Universo #ExploraçãoEspacial #CiênciaPlanetária
PESQUISADORES DERRETEM DIAMANTE E REVELAM OS SEGREDOS MAIS ESCONDIDOS DE... www.youtube.com/watch via @YouTube
Thread
1Curtidas
1Revoo
Nenhum Voo ainda