Há 90 anos, Federico García Lorca, poeta e dramaturgo, era fuzilado pelo franquismo.
Tinha apenas 38 anos.
Era lindo, alegre, colorido, musical.
O fascismo não suportou
sua liberdade, sua beleza, sua voz, sua poesia, sua música.
Mataram o poeta.
Não conseguiram matar a poesia.
Noventa anos depois, Lorca continua vivo: nos versos, nos palcos, na música, na memória de todos os que sabem que a beleza e a poesia são também uma forma de resistência.
Lorca permanece.
Colorido, musical, luminoso.
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