E os
visionários que passaram os dias anunciando, com tanta convicção, que Lula perderia a eleição?
Invocaram pesquisas para amparar suas convicções.
Lula "ganharia", contrariando todas as pesquisas.
Eu li.
Como ficam agora?
Prever é uma coisa. Transformar a própria previsão em certeza absoluta é outra. E insistir nela diariamente, como se a repetição pudesse substituir a realidade, não torna ninguém mais lúcido, apenas alardeia o próprio equívoco.
Hoje, Lula venceu. E a realidade, como costuma acontecer, não se sentiu obrigada a obedecer aos prognósticos de ninguém.
Que fique a lição: convicção não é evidência, opinião não é fato e arrogância não é sinônimo de inteligência.
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