PIB do RS cresce apenas 0,2% no segundo trimestre, menos da metade do avanço brasileiro, de 0,5%. O dado expõe o limite do modelo de Eduardo Leite, que vende competitividade, mas não entrega dinamismo econômico. O RS precisa de investimento, indústria, inovação, emprego e renda e não de um Estado que assiste de camarote.
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