Segue conclusão do estudo: “Nossas conclusões refutam diversas alegações feitas anteriormente por agências de saúde pública e associações profissionais, a saber: (1) as infecções por Síndrome Respiratória Aguda Grave
Coronavírus 2 (SARS-CoV-2) e Ômicron causaram mais casos de miocardite do que as imunizações de mRNA contra a COVID-19; (2) a miocardite induzida pela vacina de mRNA é tipicamente leve, transitória
e rara, sem sequelas a longo prazo; e (3) o cálculo de risco-benefício favorece o uso contínuo desses
produtos, apesar das evidências de mais casos iatrogênicos. Abordamos cada um desses equívocos aplicando
uma combinação de perspectivas epidemiológicas, clínicas e imunológicas. Suplicamos aos governos a removerem do mercado os produtos de mRNA contra a COVID-19 devido ao risco bem documentado
de dano miocárdico, um risco que é mais intenso para homens mais jovens”
Thread
Nenhum Voo ainda