Saindo do prédio na Asa Norte cheio de malas, o porteiro me aborda:
- O sr. quer ajuda?
- Se puder, agradeço muito.
E ele emenda:
- E o nosso Lulinha, tá seguro? Esse povo tem que parar de perturbar e arrumar um serviço.
- Tá sim, tranquilo.
A proteção do povo é a mais forte.