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🚨 Mendonça afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de inteligência da corporação, Leandro Almada, de seus cargos. O ministro revelou que vinha sendo monitorado ilegalmente pela própria PF há mais de um mês. A decisão acontece logo após Alexandre de Moraes utilizar relatórios sem autoria declarada, sem brasão da República e fora dos padrões oficiais de inteligência, para tentar enquadrar Mendonça por abuso de autoridade. O ataque de Moraes ocorreu como retaliação direta à retirada do sigilo sobre o Caso Master, que expôs a relação do magistrado com o banqueiro Daniel Vorcaro. O contexto geral são as conversas encontradas no celular de Vorcaro em que o banqueiro pedia diretamente a Moraes para acionar "Andrei" (diretor da PF) e "Paulo" (Gonet, procurador-geral da República), na tentativa de atrasar operações policiais e salvar o Master. Ao barrar a cúpula da PF e proibir a produção de relatórios clandestinos contra autoridades que cumprem o seu papel, Mendonça expõe a tentativa de usar o aparato de investigação do Estado como ferramenta de intimidação. Leia mais:

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