Ao analisar os gargalos em capitais como São Paulo, Salvador e Aracaju no 2º turno, Claudio Zaidan resgatou a legislação eleitoral sobre o transporte público.
O analista lembrou que a obrigatoriedade da frota gratuita remonta a 1974 e foi respaldada pelo STF, que exige das prefeituras um plano compatível com dias úteis. Zaidan enfatizou que, sob o voto obrigatório no Brasil, é dever do Estado garantir o acesso do eleitor às urnas.
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