Quem começou a produzir decisões de enorme impacto político em plena eleição foi André Mendonça. E nada disso foi por acaso, porque a estratégia é o caos.
Uma eleição dentro da normalidade institucional obrigaria o bolsonarismo a discutir o Brasil, apresentar propostas e comparar governos: emprego, renda, educação, saúde, desenvolvimento. É justamente esse debate que não interessa, porque eles não têm nada a ofercer.
Eles precisam que a campanha seja sequestrada por crises permanentes, porque sobrevivem politicamente do conflito. E parte da grande mídia ainda compra essa lógica.
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