Perguntamos, no passado, “quando o Brasil viraria a Venezuela”. Eis que, hoje, a Venezuela deixou de sê-la e nós nos tornamos o que ela foi: um país que inelegeu, sem juridicidade íntegra, o principal oponente de um bandido e que, diante da insuficiência desse anômalo ato jurisdicional, o encarcerou à revelia do devido processo legal; um país no qual a “saidinha do dia dos país” é um convite à fuga de traficantes homicidas, mas que, mesmo assim, é mantida… enquanto se nega a BOLSONARO a visita dos filhos neste mesmo dia.
Somos uma Venezuela de fascismo salazarista, ou seja, de conselho de Ministros - que, por aqui, vai encabeçado por um Mussolini da Mooca.
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