Ainda na ressaca das "sabatinas" do JN, e voltando ao assunto por conta de um susto, tento rememorar a entrevista do Vovô Coach, que se despediu ensinando coraçãozinho mente/coração.
Lembro que se tratava da perspectiva de cada um para uma levemente imaginária gestão no Planalto. Exceto para o 01 e para o Lula. O 01 teve tempo até pra prometer o Ministério da Saúde, entregando o cargo para a comunidade sionista, através do doutor anti-vacina, nosso Kennedy filho.
Com o Lula foram da prospectiva para retrospectiva, e se desdobraram em torno à criação, hábitos, amizades do dito Lulinha. E se ele mesmo, Lula, já tinha relado nas quebradas com a socialite loura, lobista de si mesma.
Depois de cotovelar a dupla inquisidora, Lula conseguiu brilhar em cerca de dez minutos, o que houve de melhor nas "sabatinas".
Voltando ao Vovô Coach, o mais rico entre todos os candidatos presidenciais. Não acreditei no que assistia. Duvidei que aquele senhor sabia o que fazia ali, e a quem se dirigia. Impressionado fiquei com sua capacidade de se vender como produto. Veja se alguém vai dar confiança pra esse blá-blá..., pensei.
Hoje, vendo a primeira pesquisa pós "sabatinas", só não caí pra trás por estar deitado. O Vovô Coach havia subido oito pontos percentuais e dobrado o número de seguidores.
Estou aqui decidindo se vou passar a escrever sobre gastronomia norte-coreana, agroecologia no Sahara, ou golf chinês, com tacos de bambu.
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