O Haaretz, maior jornal de Israel, dá um show de honestidade, objetividade e transparência em toda a mídia brasileira, e em grande parte da imprensa ocidental.
Ao contrário do que lemos e vimos por aqui, o Haaretz corrigiu os dados apresentados pelo governo nazifascista. No trágico atentado do dia 7 de outubro, os mortos não foram os 1400 anunciados, e sim 933, entre os quais a metade eram soldados do exército e policiais. Já era grave o bastante, as fake news oficiais eram desnecessárias.
Mas, outra constatação do Haaretz não foi nem tratada entre nós. Ainda estão avaliando quantos civis foram mortos por balas israelenses. A reação amadorística de jovens soldados israelenses de plantão os levou a trocar tiros com os invasores do Hamas, deixando a moçada que fugia da live em meio ao fogo cruzado.
Outro episódio naquele dia continua sendo avaliado. Quando os membros do Hamas invadiram os kibutz, os alarmes e pedidos de socorro foram acionados. Houve, com atraso, uma resposta da artilharia israelense, em especial com disparos de tanques. Como a fuga dos kibutz, em especial de velhos e crianças, foi difícil e confusa, examina-se a hipótese de vários dos colonos terem sido mortos pelas explosões que visavam os inimigos. E assim, se confirmados tais graves erros, a propalada eficácia do exército israelense pode sofrer um baque.
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