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DESENCONTROS Entre suas pernas Encontrava O renascer em cada dia Em sua boca Sugava O frescor mágico das flores Em seus abraços Me agasalhava Do frio tornado perene Em mim Só encontrava Sua repetida ausência (Tal qual o bebê que, de barriguinha cheia, vomita no ombro tolerante da mãe, o poeta que um dia quis ser eu também dá suas eventuais golfadinhas nos ombros fraternos. Perdoem-me.)

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