Amanhã, quando o Aécio Neves voltar à disputa política, na certa garantindo para si uma vaga no Senado (a outra será da Marília do PT), estará reintroduzindo uma desejável dose de profissionalismo nos embates, baixando um pouco a poeira nessa zorra em que veio se tornando nossa política mineira, ciosa de suas nobrezas históricas.
Como não vejo possibilidades dele voltar apoiando explicitamente os Bolsonaros, inclusive pela genética murista (atenção revisão: de muro, e não de Moro, por enquanto), acho que o retorno adiado até os 45' do segundo tempo não fará mal ao Patrus e ao Lula, talvez o contrário.
De todo modo, com a chegada, também amanhã, da propaganda política na TV, certamente enfeitada de peripécias tecnológicas, e promessas surradas, o cenário desanuviará.
Pra daqui há pouco, quando Lula atravessar o campo minado na TV Globo, após o JN, a expectativa por saber quanto de bacon Lulinha Renata e Tralli introduzirão, junto com ele, na máquina de moer candidatos, saberemos com que moral e ânimo o filho de dona Lindu enfrentará a árdua campanha que se anuncia.
Eu, no meu cantinho, e sem estar com a depressão assanhada, acho que o Lula está vivendo o momento mais difícil e perigoso da disputa. Ou seja, desde o início das batalhas atuais, digo por intuição, o 01 vive seu momento mais promissor como candidato, em leve ascensão, mas de aparência sólida. A guerra está só começando
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