A Polícia Federal não pode virar instrumento de disputa política.
Depois de o ministro André Mendonça, do STF, determinar o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o ministro José Guimarães (Relações Institucionais) reagiu: classificou a decisão como “intromissão” e afirmou que a medida tem “cheiro eleitoral”.
Investigar é obrigação. Blindar alguém, não. E interferir no comando da Polícia Federal e transformar investigação em arma política também não pode ser normalizado.
Instituição de Estado não tem dono. E investigação séria não pode escolher lado, alvo ou conveniência.
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