Não é boato. Não é ilação. Está no documento da própria Polícia Federal.
A PF pediu ao STF a abertura de uma investigação para apurar possíveis crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos ligados ao financiamento de Dark Horse, o filme sobre Jair Bolsonaro.
E escreveu com todas as letras: “com possível participação” de Flávio Bolsonaro.
Agora o caso mudou de tamanho. O nome do senador Flávio não aparece apenas em mensagens, relações políticas ou bastidores do Banco Master. Ele entrou formalmente na apuração sobre o caminho do dinheiro que financiou o filme sobre o próprio pai.
O ministro André Mendonça autorizou a investigação em julho. E justamente essa frente do caso segue sob sigilo. Flávio nega irregularidades e afirma que o financiamento foi privado e legal.
A pergunta continua de pé: de onde veio o dinheiro, por onde ele passou e quem participou dessa operação?
O Brasil precisa saber.
Sem blindagem.
Sem sigilo seletivo.
Transparência total.
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