Mundialmente conhecido pelos seus posicionamentos em defesa dos direitos humanos, o St. Pauli evita reconhecer explicitamente o genocídio em Gaza mesmo depois de três anos.
Em meio a denúncias de censura contra a bandeira da Palestina nas arquibancadas e nos arredores do Millerntor, a repórter Maria Tereza Santos conversou com torcedores do St. Pauli em Hamburgo e com um coletivo de ultras antifascistas para entender mais sobre a complexa relação histórica entre alemães e o Estado de Israel e saber como anda a situação dos Kiezkicker com seu clube do coração:
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