Toda vez que aparece a palavra “ajuste”, alguém precisa perguntar primeiro: ajuste para quem?
Salário mínimo, aposentadorias e pensões não são apenas números em uma planilha. São a renda de quem trabalha, de quem já trabalhou uma vida inteira e de milhões de famílias que dependem desses valores para viver.
Discutir responsabilidade fiscal é necessário. O que não pode ser normalizado é apresentar o trabalhador e o aposentado como o problema a ser cortado.
Antes de mexer no bolso de quem vive do próprio trabalho, existem escolhas políticas, prioridades orçamentárias e caminhos que precisam ser colocados na mesa.
Na eleição, muita gente vai dizer que está ao lado do trabalhador. É depois do voto que as escolhas aparecem.
Por isso, PRESTE ATENÇÃO no que cada candidato defende quando fala em ajuste fiscal.
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