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A trajetória política de Flávio Bolsonaro reúne episódios de proximidade com policiais e ex-policiais ligados a milícias e crimes graves no Rio de Janeiro. Entre os casos estão homenagens a Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do Escritório do Crime, e a Ronald Paulo Alves Pereira, condenado pelo assassinato de Marielle Franco. Em 2023, Flávio também destinou R$ 200 mil a um projeto após pedido de Robson Calixto, posteriormente condenado no mesmo caso. Segundo levantamento da revista Piauí, Flávio homenageou ao menos 23 policiais que depois se tornaram réus ou foram condenados. Com informações da Revista Fórum.
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