Neoliberalismo e desordem nas finanças públicas: no governo FHC, a dívida líquida do setor público saltou de 30% para 59,9% do PIB e no governo Temer subiu de 39,2% para 52% do PIB, enquanto nos governos Lula/Dilma decresceu de 59,9% para 39,2%. Silêncio da mídia e do rentismo.