O juiz não está errado; ele apenas cumpre o que a lei determina. Por isso, não adianta direcionar críticas a ele, até porque tomou a medida possível ao converter a prisão temporária em preventiva. O problema está nas próprias leis, que muitas vezes priorizam o bem-estar do criminoso em vez da proteção real das vítimas.
É preciso coragem para enfrentar essa incoerência e promover mudanças que coloquem a segurança da população em primeiro lugar. Uma dessas mudanças essenciais é reformular a audiência de custódia, permitindo que o juiz avalie de fato o mérito da prisão e tome decisões baseadas nos fatos, não apenas em formalidades.
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