É revoltante ver interlocutores pedindo “medidas cabíveis” contra quem investiga um possível crime contra o Brasil, enquanto nada é cobrado de quem pode ter cometido esse crime. O próprio Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, citado no caso, pediu a nulidade do processo.
E o mais grave: essas cobranças são direcionadas justamente a ele. Isso desafia a lógica institucional, afronta o bom senso e coloca o país numa posição de vulnerabilidade.
Isso poderia ser o roteiro de uma piada pronta, mas é a situação atual do Brasil.
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