A PGR quer mandar a investigação sobre os desvios de dinheiro das aposentadorias do INSS para a primeira instância, alegando falta de foro privilegiado.
Mas vamos lembrar dos fatos recentes:
Cidadãos comuns do 08/01 (sem foro) foram julgados e condenados direto pelo STF.
Filipe Martins (sem foro) foi condenado e continua preso por ordem do Supremo.
Jair Bolsonaro e seus ex-assessores também já foram formalmente condenados no topo do Judiciário.
Aí a pergunta que fica é inevitável: a competência do STF agora é definida pelo sobrenome e pelo partido de quem está sendo investigado?
Quando as condenações eram da oposição, o STF julgava tudo.
Agora, quando o esquema de corrupção bate à porta do governo atual, incluindo o Lulinha, filho do atual prsidente, o critério muda e a PGR corre para tentar blindar o caso na primeira instância?
A Constituição deveria valer para todos da mesma forma.
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