É um bálsamo para os nossos ouvidos ouvir alguém que realmente respeita a lei, que dedicou a vida ao direito e à justiça, e que ocupou seu cargo por mérito, não por indicação política. A ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, resgata a essência do direito e explica com clareza por que episódios como o 8 de janeiro são, na prática, construções narrativas, e não fatos jurídicos sólidos.
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