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A parada militar da China, que marcou os 80 anos do fim da guerra contra o Japão, foi cercada de bizarrices. Primeiro, o evento simplesmente apagou o papel decisivo dos EUA, que apoiaram a China e a Rússia e encerraram o conflito com as bombas atômicas. Entre os 36 ditadores presentes, lá estavam também Dilma Rousseff e Celso Amorim, representando o Brasil. Um contraste gritante para um país que se diz democrático. Nos bastidores, Xi Jinping e Vladimir Putin foram flagrados em conversa sobre biogenética e transplante de órgãos, projetando vidas de 150 anos. Enquanto isso, Kim Jong-un circulava cercado por uma equipe encarregada de limpar tudo o que tocava, numa paranoia de envenenamento e até de clonagem. Mas a maior bizarrice é o Brasil se alinhar a esse grupo, estendendo a mão a ditadores e regimes autoritários. Até quando o povo brasileiro aceitará isso em silêncio?

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