BlackRock abandona, obrigado pela realidade dos lucros, a agenda ESG. E Marina da Silva está no governo de Lula sobre a fantasia que seria um atrativo para masivos “investimentos verdes”. Agora a megagestora de ativos BlackRock (+US$ 10 trilhões em ativos), que era uma das porta-bandeiras das “finanças verdes”, rendeu-se à realidade e está tirando o seu time do campo dos investimentos baseados na famigerada agenda ESG (normas ambientais, sociais e de governança corporativa), devido ao crescente desinteresse dos investidores na categoria. Além da BlackRock, outras gestoras também estão abandonando esse campo de jogo, casos da Vanguard e State Street, do megabanco JP Morgan Chase e outras instituições do setor. Pela primeira vez desde a década passada, quando a moda começou, mais investidores estão abandonando os fundos ESG do que investindo neles, tendência que os analistas consideram como inequívoca e dificilmente reversível.
Os motivos da derrocada não se limitam ao aumento dos juros básicos nos EUA, mas incluem os efeitos da crescente reação aos exageros da agenda climática, demonstrada nos últimos meses pelas grandes manifestações de produtores agropecuários na Europa. E, de forma discreta mas inequívoca, grandes empresas petrolíferas estão arquivando os seus planos anteriores de acelerarem as suas metas de “neutralidade em carbono”, o bizarro conceito de “Net Zero”, com o firme apoio de acionistas e investidores.
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