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Eu amo desesperadamente o Brasil. Não aguento mais ver esse país ser sugado por oligarcas e a esquerda. São carrapatos que vivem as custas de nosso sangue. Não aguento mais ver a impunidade grassar solta, estimulando o crime e seus adoradores. Não aguento mais ver o povo mais alegre do mundo ser achacado, vilipendiado, explorado e condenado a ignorância. Não aguento mais ver tanta miséria, pobreza, dor e sofrimento, desilusão e desesperança. Não aguento mais ver tanta corrupção, embalada alegremente por pseudo servidores públicos, que pensam em tudo, menos em servir. Não aguento mais ver tantas leis injustas, tantos juízes que deveriam se envergonhar ao se olhar no espelho. Não aguento mais ouvir que esse é o país do futuro. Desde minha infância ouço isso. Tenho 61 anos, e vi minha infância, minha adolescência, minha juventude, minha vida quase toda passar e constatar que estamos mais distantes hoje do que estávamos quando eu era jovem. Não aguento mais ver um povo passivo e subjugado, sendo bisonhamente conduzido como manada, sem perceber que o abatedouro e o precipício o aguarda. Não aguento mais a mentira, o engano e falsidade se tornarem armas usadas para ferir, roubar, conservar privilégios, esconder crimes e más condutas. Não aguento mais uma imprensa militante e mentirosa. Não aguento mais professores ainda mais militantes e mentirosos que a própria imprensa. Cheguei ao meu limite de resiliência. Hoje compreendo o dístico de D. Pedro I, em sua mais profunda essência. É preciso de fato colocar a vida a serviço de fazer o país melhorar, pois não vale a pena viver num Brasil em que a vida não pode ser vivida com plenitude e liberdade. Mas continuo amando desesperadamente o Brasil. Peço ao Criador que nos oriente e ajude. Peço a todo o povo que acorde. Acorde e lute. Peço a todos que amem o Brasil.

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