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Segundo Alexandre Andrade, diretor da IFI, um caminho mais efetivo, além da transparência, seria delimitar critérios claros para quando o uso desses fundos é justificável por razões de gestão e quando o uso está sendo feito, na prática, como estratégia de contorno das regras fiscais. “Neste segundo caso, algum tipo de contabilização espelhada ou ‘sombra’ dentro do arcabouço deveria existir, ainda que a execução operacional continue fora do Orçamento tradicional”, defendeu. Confira na reportagem da @giordannaneves.

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