Ontem fui a um jantar com os amigos do MBL, numa das iniciativas que — dentre outras coisas — organiza esses encontros ao longo do ano.
A presença do Renan Santos é meio que obrigatória, embora todos entendêssemos caso ele não fosse, dada sua agenda maluca de campanha.
Ele foi, chegou por volta das 21h, fez um breve discurso, contou alguns bastidores e avisou que precisaria ir embora cedo.
“Vai descansar”, a gente logo pensa. Certo?
Errado!
“Preciso estudar algumas coisas, aproveitar que tô com um tempinho.”
E aqui nesta rede eu ainda tenho que ler que ele fez curso de oratória, que o Flávio deveria adotar seus discursos, que ele não tem curso superior completo.
Lição: a limitação está naquele que aponta.
Nós vamos vencer. É inevitável!
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