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#repost • @richarlison O Willer Tomaz me desafiou a provar que eu comprei a minha casa na Ilha Comprida de forma legal. Eu e o deputado Alencar compramos a área em outubro de 2020. Investimos cerca de 10 milhões de reais entre pagamento aos antigos posseiros (R$4.660 milhões), reformas e segurança contra INVASÕES. Indenizamos todos os antigos moradores, com acordo em cartório e a Justiça do Rio de Janeiro validou a nossa posse. Fizemos tudo dentro da lei. A recompensa? O nosso pedido de regularização foi jogado na gaveta do Governo Federal (SPU) por 10 meses. Enquanto isso, o grupo do advogado ressuscitou uma empresa (inapta desde 2018), com sócios já falecidos, e ludibriou uma viúva de 78 anos para tomar a nossa ilha. O que o Governo Federal fez? Aprovou a transferência do patrimônio para a empresa deles a jato, numa “modalidade especial”. Ganhamos na Justiça de Angra dos Reis, mas tudo começou a mudar quando o Willer contratou um advogado filho de um ministro do STJ. Aí, mudaram a sentença e se sentaram em cima do processo! Hoje a ilha está no nome de uma empresa (WT Administração) presidida por uma senhora que confessou ser empregada doméstica. Eu quero a ilha de volta, com a casa reconstruída do mesmo jeito que estava antes de você demoli-la. Abaixo estão os números de todos os processos e investigações. O dossiê completo, com recibos, contratos e conversas, já foi entregue a jornalistas investigativos independentes e às autoridades.

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