Não é novidade que para termos democracia temos que ter transparência e pluralidade.
Se cinco dos seis dos organismos internacionais credenciados para observar as eleições de 2026 no Brasil possuem dirigentes ou representantes historicamente alinhados à esquerda e ao campo progressista é legítimo questionar...onde está o equilíbrio?
Não basta que as eleições sejam limpas. Elas também precisam parecer imparciais aos olhos da sociedade.
A confiança do eleitor se constrói com diversidade de visões, fiscalização ampla e credenciamento sem viés político.
Por fim, lembro que questionar não é atacar as instituições, ao contrário, é fortalecer a credibilidade delas.
Fonte:
Thread
Nenhum Voo ainda