Quando imagino a sessão de terça-feira do STF, sobre Moraes ser ou não investigado, o que vislumbro é aquela perfomance conhecida, com esses ingredientes:
- mau sentimento;
- atraso;
- pitadas de (…);
- comício;
- ofensas;
- grosserias;
- bílis;
- ódio;
- mal secreto;
- uma coisa horrível;
- algum interesse que não o da Justiça;
- uma vergonha;
- um constrangimento.
Além, é claro, de analogias com os porões da ditadura e a “Lava Jato” imaginária, entre outras menções ao “Estado policialesco”.
Sempre a mesma receita.
Sempre o mesmo teatro.
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