A instrumentalização política da PF tem de ser combatida em todos os governos.
Não pode ser tratada como golpismo em um e normalizada em outro.
Moraes foi quem suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem como diretor-geral da corporação, feita por Bolsonaro em meio a investigações sobre o bolsonarismo.
Agora usa relatório apócrifo, feito a partir de “monitoramento sistemático” de Mendonça, para pedir investigação do magistrado, contrariando seu próprio voto na ADPF 722.
A PF não é de Lula, nem de Moraes, nem de Andrei, como tampouco era de Bolsonaro.
A PF é do Brasil.
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