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Hoje, acompanhei o andamento das obras nas ERS-176, ERS-507 e ERS-566. E uma coisa fica clara: a Fronteira Oeste está avançando em uma agenda de infraestrutura que, por muitos anos, ficou sem sair do papel. São obras que melhoram as ligações entre os municípios, dão mais condições para o transporte de pessoas e da produção e fortalecem uma região estratégica para a economia do Rio Grande do Sul. A ERS-566 é um exemplo concreto dessa mudança. Em governos anteriores, foram pavimentados apenas 5 quilômetros entre Alegrete e Maçambará. No nosso governo, já são quase 50 quilômetros de pavimentação. Uma ligação que durante anos avançou pouco ganhou um novo ritmo e passou a cumprir um papel estruturante para toda a região. E não é uma obra isolada. A ERS-566, junto com a ERS-176, onde as obras avançam a partir de Manoel Viana em direção à BR-287, começa a preencher um vazio histórico de infraestrutura entre as BR-290 e BR-287. Na ERS-507, em Alegrete, também está em andamento a construção da nova ponte sobre o Arroio Capivari, ampliando a capacidade dessa ligação. Por muito tempo, as decisões sobre infraestrutura olharam principalmente para onde estava concentrada a população. Nós ampliamos essa visão. Porque desenvolvimento regional também significa reconhecer a importância estratégica de quem produz, movimenta a economia e tem potencial para crescer. O resultado é uma agenda estruturante que está em execução e que precisa ter continuidade. Uma obra dessa dimensão não entrega apenas quilômetros de asfalto: entrega novas possibilidades para uma região inteira. A Fronteira Oeste não pode continuar esperando décadas por infraestrutura. O trabalho começou, as obras estão em andamento e o compromisso é seguir avançando até completar essas ligações e transformar o potencial da região em desenvolvimento para todo o Rio Grande do Sul.

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